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Postado em 06 de Maio às 09h44

ACORDO COLETIVO DO SETOR HABITACIONAL 2021/22

Acordo coletivo do setor habitacional e imobiliário mantém salário-base dos trabalhadores
Aumento não foi possível por conta da atual situação econômica em decorrência da pandemia
O Sindicato da Habitação do Sul de Santa Catarina (Secovi Sul/SC) informa que está valendo, desde 1º de maio, o acordo coletivo do setor imobiliário, composto por administradoras de condomínios, empresas imobiliárias, loteadoras, shopping centers, entre outros negócios ligados à área habitacional. Tendo em vista a pandemia e a consequente situação econômica, não há grandes mudanças em relação ao acordo anterior.
De acordo com o presidente do Secovi Sul/SC, Helmeson Machado, ocorreram duas rodadas de reuniões, sendo a primeira com representantes de administradoras de condomínios e de dois shopping centers, enquanto a outra foi com o sindicato dos trabalhadores.
?Buscamos ouvir dos representados a atual situação e constatamos que o momento é pior do que imaginávamos, isso porque as empresas estão com o faturamento bastante comprometido. A situação dos shoppings é ainda mais delicada porque a folha de pagamento é alta, a despesa é recorrente e eles foram muito prejudicados pelos decretos, com fechamentos de lojas ou planos de expansão estagnados?, salienta Machado.
Com base no que foi discutido, principalmente a instabilidade da situação econômica que o país atravessa, chegou-se à conclusão de que a melhor opção para o momento seria não onerar as folhas de pagamento, ou seja, não torná-las ainda mais caras com um possível aumento aos trabalhadores.
?Com isso, tentamos, também, evitar demissões, até para não aumentar o número de desempregados no país. Porque é isso que acontece quando o faturamento está muito aquém da normalidade, as empresas começam a cortar gastos e um deles está na folha de pagamento?, destaca o presidente.
Saúde dos trabalhadores
Ao mesmo tempo, foi levada em consideração, também por conta das cautelas que a pandemia exige, a situação de saúde dos funcionários. Portanto, não há aumento no salário-base da categoria, mas foi possível elevar o valor do custo do convênio-saúde que o Secovi disponibiliza aos trabalhadores do setor.
O presidente do Sindicato reitera, ainda, que ficou ressalvado dentro do acordo coletivo que as empresas com melhores condições financeiras podem repassar algum tipo de reajuste aos seus funcionários, o que será muito bem-vindo, pois ajuda o trabalhador e é injetado na economia.
?Sinceramente, não gostaríamos que fosse dessa forma, seria melhor discutir percentual e índice, não basicamente zerar índice, também gostaríamos que as empresas estivessem funcionando a pleno vapor e que a nossa economia estivesse dando resultados, mas, infelizmente, o momento não permite. Então, dentro da atual realidade, o acordo foi positivo, tanto para as empresas, que não vão precisar onerar suas folhas de pagamento, como para o Sindicato, que vai manter todos os postos de trabalho ativos?, finaliza Machado.
Texto: Vanessa Amando | NBCom

Postado em 12 de Abril às 09h31

27ª EDIÇÃO DO PRÊMIO MASTER IMOBILIÁRIO


Postado em 22 de Fevereiro às 11h37

Aumento na procura por imóveis residenciais movimenta mercado imobiliário

Linhas de crédito facilitadas, taxa de juros mais baixa e oferta e procura equilibradas são fatores favoráveis
Os setores imobiliário e da construção civil estavam em um processo de recuperação constante antes da pandemia, mas, com a chegada dela, as empresas e profissionais da área entraram em estado de alerta. No entanto, ao contrário do que ocorreu com a maioria das esferas econômicas, os ramos imobiliário e de construção não sofreram perdas significativas e conseguem, mesmo durante a epidemia, avançar no movimento de recuperação.
?O que houve foi um sumiço da matéria prima da construção civil, ainda assim, o mercado reagiu positivamente. Embora não esteja dentro do que era almejado antes da pandemia, houve um crescimento em torno de 8 a 9% nas vendas e na produção de imóveis?, comenta o presidente do Sindicato da Habitação do Sul de Santa Catarina (Secovi Sul/SC), Helmeson Machado.
Um dos principais fatores para que isso tenha se tornado possível é o aumento na procura por imóveis residenciais. Durante o período pandêmico, as pessoas começaram a buscar propriedades novas e melhores, trocar seus imóveis, sair do aluguel e adquirir o primeiro imóvel, o que diversificou a procura.
?A pandemia trouxe novas necessidades e vontades. As pessoas ficam mais tempo em casa, seja a trabalho ou para relaxar, descontrair. Então, elas querem mais conforto e qualidade de vida, o que significa um pátio maior, churrasqueira, espaço para cachorro, para cultivar uma horta. Imóveis residenciais em áreas mais afastadas dos grandes centros também estão em alta?, explica Machado.
As linhas de crédito facilitadas, a taxa de juros mais baixa e a lei da oferta e procura em equilíbrio são fatores que facilitam as condições de financiamento imobiliário. Segundo o presidente do Secovi, os juros estão próximos de 0,65% ao mês, o que é muito bom para imóveis na faixa de R$ 200 a R$ 300 mil ? a chamada linha média.

O melhor ano para investir em imóveis

Machado também garante que, em 2021, não há alternativa melhor para quem é investidor do que o imóvel. Inclusive, os imóveis de locação, vistos até 2019 como um péssimo investimento em questão de retorno, passaram a ser a melhor opção. Isso porque, além da rentabilidade mensal, há, ainda, a valorização do patrimônio.
?Para 2021, esperamos alcançar o crescimento que estava estimado para 2020. Além disso, a expectativa é que, a médio prazo, nos próximos cinco a 10 anos, o mercado imobiliário permaneça numa crescente constante, com estabilidade forte, pois a taxa de juros não tende a subir e a inflação tende a ser controlada?, finaliza Machado.

Postado em 17 de Fevereiro às 11h04

27ª EDIÇÃO DO PRÊMIO MASTER IMOBILIÁRIO

A partir de agora, iniciamos a contagem regressiva para celebrar os 27 anos do Prêmio Master Imobiliário. Há muito trabalho pela frente e na medida em que o Prêmio Master Imobiliário tem sido fonte valiosa de inspiração para projetos e políticas que fomentam o crescimento econômico e social do Brasil, ele também significa enorme responsabilidade para seus organizadores, ao reforçar nosso compromisso de corresponder à confiança das empresas e dos profissionais que dele participam, apoiam ou patrocinam.

É neste contexto que nós da Fiabci-Brasil e do Secovi-SP estamos mobilizados e empenhados nos preparativos da 27ª edição do Prêmio Master Imobiliário, considerado o ?Oscar? do mercado imobiliário.

O Prêmio Master Imobiliário atinge a marca de 27 anos consecutivos da premiação.